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Mostrando postagens de julho, 2015

Amigo oculto (2).

Hoje encontrei com um amigo que pensei que não encontraria nem tão cedo. Na verdade, vira e mexe, diferente do que pensei, o encontro por aí... O encontro quando leio algumas coisas, quando volto do trabalho, quando escuto algumas musicas, quando passo por alguns lugares... Enfim, o encontro mais do que gostaria e deveria. Essa semana encontrei com ele muitas vezes, na maioria delas eu fingi que não o vi, mas hoje, precisei cumprimentá-lo. E então, busquei em nosso histórico de conversas e, para minha surpresa, fazem quase dois meses que nos despedimos. Fiquei pasmo, porque por algum motivo, eu pensava que nem tinha ainda completado um mês... E então lá se foram dois meses... Cerca de 60 dias que não sei mais absolutamente nada de você, 8 fins de semana que não aguardo para te encontrar, 8 semanas que não sei mais o que tem feito. Você eu não encontro nunca mais, mas meu amigo... Esse eu encontro sempre! Ele esteve comigo no fim de semana seguinte, foi um fim de semana

Escrevo pra dizer...

Escrevo pra dizer que não entendi... Não entendi porque simplesmente sumiu sem dar nenhuma satisfação. Não que fosse sua obrigação, mas pelo mínimo de consideração. Escrevo pra dizer que não compreendi... Não compreendi porque em nenhum momento você tentou ao menos me fazer acreditar que havia acontecido algo, nem que fosse uma história sem pé nem cabeça, apenas para não deixar por isso mesmo. Escrevo pra dizer que não tem explicação... Não tem explicação para tamanho desinteresse, falta de cuidado, falta de consideração... Escrevo para dizer que esperei... Esperei durante dias que ao menos dissesse que havia errado, que não tinha intenção de me magoar, que apesar de tudo, ainda tínhamos uma história, curta, mas tínhamos. Escrevo pra dizer que pensei... Pensei que uma hora fosse cair a ficha do quanto faltou comigo, que iria se arrepender e, pelo menos tentar, mudar alguma coisa. Escrevo pra dizer que tentei... Tentei encontrar um milhão de explicaç

Noronha... Que saudade do paraíso!

Feche os olhos e recorde da paisagem mais linda que já viu na vida. Agora, sinta-se transportado para o lugar onde você encontrou significado de paz interior. Respire. Sorria. Volte todo o seu pensamento para lá e vá em busca de seu coração, que com certeza, ficou por lá quando você voltou. Lembre das tartarugas, tubarões, arraias e golfinhos. Reveja todos os pôres-do-sol que vivevenciou, um mais lindo que o outro. Recorde do Bar do Cachorro, do mirante, da vila, das praias, do Sancho. Volte a caminhar pelas ruelas, de descobrir cada esquina sozinho, de pedir carona para desconhecidos, de beber cerveja e comer Doritos na rede, de acordar feliz antes do nascer do sol, de não saber o que irá fazer no outro dia, de orar para que não chovesse no dia seguinte e esperar ansiosamente pelo pôr-do-sol mesmo torcendo para que o dia passasse bem devagar. Ah Noronha, que saudade imensa que eu sinto de você! Até breve (?)

Autossuficiente. Será?

E então que nessa constante mudança que ocorre na vida, ultimamente ando me pegando numa situação bem atípica: a vontade de ter alguém. Para que tudo fique claro, eu sempre quis ter alguém, porém, estar só nunca me incomodou, porque sempre fui bastante autossuficiente. Talvez por isso, nunca antes tenha me sentido incomodado por acordar cada semana em uma cama diferente, em ter uma vida completamente guiada por minhas vontades e assim, fazer o que quisesse na hora que bem entendesse. Mas as coisas têm sido diferentes... Estar sozinho me incomoda um pouco agora. Sinto falta de ter alguém para pensar antes de dormir, e esse é apenas um exemplo. Não preciso ter um relacionamento, não quero alguém para mudar o status das redes sociais, mas sim, alguém com quem eu possa contar. Quero alguém para passar uma tarde junto vendo filme... Alguém para desejar bom dia, falar durante o almoço, e perguntar como foram as coisas antes de dormir... Alguém que possa conversar abertamente d

A saudade que um dia eu gostei de ter.

A vida nos ensina novas coisas o tempo todo. Todos os dias quando acordo, penso como um mantra que preciso fazer, pelo menos, uma pessoa sorrir, isso faz com que eu sinta que meu dia valeu a pena. E todos os dias, antes de dormir, eu reflito a respeito do que eu aprendi nesse dia, isso faz com que sinta que ainda vale a pena viver. Das poucas coisas que aprendi nesses vinte e poucos anos, uma delas foi saber respeitar o sentimento dos outros e, principalmente, valorizar aqueles que se importam comigo. Existe um trecho num livro, que é um dos maiores clássicos literários de todos os tempos, que diz o seguinte: "Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.", mas infelizmente nós, réles seres mortais e imperfeitos, simplesmente não conseguimos dar conta de tudo aquilo que cativamos. As vezes por falta de tempo, de jeito, ou simplesmente falta de vontade de mesmo. Já ouvi dizer também que, "quem cria expectativa gera frustração", tá certo, por

"E aprende que não importa o quanto você se importe...

...  algumas pessoas simplesmente não se importam." William Shakespeare  E é nossa responsabilidade saber diferenciar quem são as pessoas que merecem nosso esforço. Quando a gente cresce, conseguimos aprender (ou pelo menos deveríamos) a dar importância a quem realmente merece. O ser humano é naturalmente egoísta, temos tendência a pensar somente em nós mesmos, e por isso, muitas vezes, nem percebemos o quanto magoamos uma pessoa que, apesar de tudo, só quer o nosso bem. E... Bem, a mágoa dói né? Talvez seja porque ela não vem sozinha... A mágoa sempre vem acompanhada da decepção. E essa, custa muito a passar. Não temos obrigação de gostar de ninguém, muito menos amar, mas sim, temos obrigação de, ao menos, ser gentis com aqueles que não querem bem. A mágoa nos ensina bastante coisa, mas a principal delas é aprender a não ter consideração com aqueles que não merecem. Até breve (?)

Considerando a gente como fruto de algo maior, algo maior que tudo (♪)

Engraçado como de repente tudo começa a fazer sentido. Nossa vida realmente é um amontoado de pequenos acontecimentos que culminam num plano sublime. Pensem em tudo o que aconteceu para que você estivesse exatamente onde está hoje... Meu único questionamento é até que ponto é coincidência, destino ou interferências do "cara lá de cima". Fazemos muitos planos e norteamos nossa vida para alcançá-los, até que um dia qualquer, sem menos esperar, conhecemos uma pessoa que muda todos os nossos planos. Ou então, exatamente no dia que perdemos a hora do ônibus, precisamos fazer um caminho alternativo e conhecemos uma pessoa legal que nos oferece uma oportunidade de conhecer algo que nunca imaginamos. Acho que nunca saímos de casa pensando "hoje vai acontecer algo que mudará minha vida", e ainda bem que não conseguimos prever esses acontecimentos. São eles que tornam nossa vida emocionante, que faz com que saiamos da mesmice, que não permitem que caiamos na roti