Afinal, o que é 'fazer por onde'?
As vezes não sei bem se eu 'faço por onde' por mim mesmo, costumo não ter certeza se estou me agradando, costumo não saber se quero por mim ou pelo outros, costumo não conseguir responder por quem realmente faço determinada coisa...
E por falar em fazer por onde pra ser feliz, acabei tropeçando no 'será que faço por onde pra esquecer'? Não sei, não mesmo.
Passei um tempo me convencendo que deve partir de nós a vontade de querer mudar as coisas, de que o amor próprio é perfeitamente e facilmente praticável, que quando queremos esquecemos... Perfeito não? Não! Seria perfeito se fosse tão fácil assim.
Hei de concordar que podemos facilitar esse tal esquecimento, mas só o tão famoso (e as vezes ingrato) tempo é que pode se encarregar de fato de nos fazer esquecer quase que completamente... Mas como disse - sabiamente - Roberto Carlos "mas quase também é mais um detalhe", e é mesmo... E como há gente apegada a detalhes no mundo, e eu, infelizmente, sou um deles.
Parece as vezes que faço questão de ouvir uma música só pra lembrar de tal coisa, volto a lugares só para lembrar de tal momento, ligo para telefones só para ouvir tal voz...
Sabe, tenho a impressão que as pessoas tem medo deixar de sentir algumas coisas, afinal, já estamos tão habituados a conviver com tais sentimentos que temos receio de do nada viver sem eles, até porque, o novo assusta por si só, então 'deixa estar'. Errado isso? É covardia? Deve ser, mas a maioria dos seres são assim, naturalmente dependentes de segurança.
Tudo vai bem suportável até a hora que começa a transbordar, até a hora que você tem que tomar coragem e implorar por ajuda. Mesmo que não se humilhe publicamente, você implora por ajuda... É nessa hora que você realmente percebe as coisas como ela realmente são... E mesmo que, no fim do ano, do mês ou do dia, tudo volte a ser como era antes, a ajuda deve ser bem vinda, pois quando alguém implora por alguma coisa é porque, normalmente, ela costuma estar precisando de verdade!
E a quem pede ajuda, só resta torcer para não ser ignorado... Eu realmente não gostaria de ser ignorado.
Até breve (?)
quinta-feira, 24 de maio de 2012
terça-feira, 15 de maio de 2012
Chove lá fora e aqui tá tanto frio (♪)
O escritório está estranhamente silencioso hoje. A porta não abre, o telefone mal toca, o computador da mesa do lado está desligado. Coloco uma musica e... droga! A caixa de som está ruim... me esqueci desse detalhe. Abro a janela na esperança de poder ver algum movimento lá fora, pra quem sabe, sentir um pouco de vida, doce ilusão... tudo o que vejo são outras janelas, todas fechadas. Me debruço um pouco na janela, consigo ver a ave no topo do Theatro Municipal, imponente, intocável e... solitária.
Duas gaivotas voam no céu, elas não deveriam estar ali, está chovendo e uma vez, lembro bem, me disseram que faz mal pegar chuva... Talvez, para elas, estar juntas, mesmo fazendo mal é mais válido do que estarem seguras porem sozinhas. Isso faz um pouco de sentido.
A chuva não molha minha janela, mas por ela entra um vento gelado que me faz ter uma breve vontade de fechá-la novamente, mas logo desisto, afinal, não era isso que eu estava procurando? Não era vida que eu queria sentir? Eu não queria sentir alguma coisa? Sentir frio pode ser uma boa ideia... Não, não é. Coloco o casado, fecho a gola até o pescoço mas mantenho a janela aberta, quero observar mais um pouco a imponente, intocável e solitária ave do Theatro Municipal, acho que é uma águia, não tenho certeza, mas de qualquer forma, acho que sei como ela se sente, hoje, nos últimos tempos... Sempre foi assim? Não sei, não sei mesmo, mas agora está assim.
Assim como ela, estou aqui. Até imponho certo respeito, desperto certa admiração, não grandes coisas não, pois tem gente que passa e nem repara, que mal se dá ao trabalho de olhar em volta... Mas existem aqueles que percebem algo de interessante ali, que fixam o olhar, que procuram entender 'comos' e 'porquês'.
Assim como ela, estou aqui. Com a postura segura, de que sempre tenho o controle da situação, de que passo confiança necessária para as pessoas, de que tenho os pés no chão mas a confiança nas alturas.
Assim como ela, estou aqui. Na verdade, nem tão aqui assim, exatamente como ela está. Ao alcance dos olhos mas não das mãos, se procurado logo percebido, se desejado um pouco afastado. Estou aqui mas estou distante, estou aqui mas estou longe, estou aqui mas estou intocável.
Assim como ela, estou aqui. Com muito movimento a minha volta mas nada muito perto de mim. Com muita coisa acontecendo a meu redor mas nada que me atinja. Com nada de muito interessante para fazer mas mantendo aquela tal pose imponente.
Olho em volta e percebo que o tal vazio não é aqui, tudo está normal. O vazio é dentro de mim, é dentro de mim que está o problema. Talvez, se eu fosse oco como imagino que seja a tal ave imponente em cima do Theatro Municipal não tivesse esse problema, mas isso é uma suposição, só uma suposição. A unica certeza que tenho é que faz frio muito frio. Não estou falando da temperatura, esta está até agradável... Está frio aqui dentro...
Debruço-me outra vez na janela, respiro fundo três vezes e tento me concentrar no plano de fingir estar tudo bem e enganar até a mim com isso. Coloco a cabeça pra fora da janela na intenção de inspirar um ar mais puro possível, lembro que está chovendo. Sinto algumas gotas d'água rolarem pelo rosto, água da chuva ou lágrimas? Não tenho certeza. Recuo, seco a água do rosto com a manga do casaco e antes de me virar ensaio um sorriso. Sorrio, me viro, sento no computador e lembro que ainda há muito o que fazer e eu tenho que concentrar nisso, no trabalho. E em muitas outras coisas também.
Até breve (?)
Duas gaivotas voam no céu, elas não deveriam estar ali, está chovendo e uma vez, lembro bem, me disseram que faz mal pegar chuva... Talvez, para elas, estar juntas, mesmo fazendo mal é mais válido do que estarem seguras porem sozinhas. Isso faz um pouco de sentido.
A chuva não molha minha janela, mas por ela entra um vento gelado que me faz ter uma breve vontade de fechá-la novamente, mas logo desisto, afinal, não era isso que eu estava procurando? Não era vida que eu queria sentir? Eu não queria sentir alguma coisa? Sentir frio pode ser uma boa ideia... Não, não é. Coloco o casado, fecho a gola até o pescoço mas mantenho a janela aberta, quero observar mais um pouco a imponente, intocável e solitária ave do Theatro Municipal, acho que é uma águia, não tenho certeza, mas de qualquer forma, acho que sei como ela se sente, hoje, nos últimos tempos... Sempre foi assim? Não sei, não sei mesmo, mas agora está assim.
Assim como ela, estou aqui. Até imponho certo respeito, desperto certa admiração, não grandes coisas não, pois tem gente que passa e nem repara, que mal se dá ao trabalho de olhar em volta... Mas existem aqueles que percebem algo de interessante ali, que fixam o olhar, que procuram entender 'comos' e 'porquês'.
Assim como ela, estou aqui. Com a postura segura, de que sempre tenho o controle da situação, de que passo confiança necessária para as pessoas, de que tenho os pés no chão mas a confiança nas alturas.
Assim como ela, estou aqui. Na verdade, nem tão aqui assim, exatamente como ela está. Ao alcance dos olhos mas não das mãos, se procurado logo percebido, se desejado um pouco afastado. Estou aqui mas estou distante, estou aqui mas estou longe, estou aqui mas estou intocável.
Assim como ela, estou aqui. Com muito movimento a minha volta mas nada muito perto de mim. Com muita coisa acontecendo a meu redor mas nada que me atinja. Com nada de muito interessante para fazer mas mantendo aquela tal pose imponente.
Olho em volta e percebo que o tal vazio não é aqui, tudo está normal. O vazio é dentro de mim, é dentro de mim que está o problema. Talvez, se eu fosse oco como imagino que seja a tal ave imponente em cima do Theatro Municipal não tivesse esse problema, mas isso é uma suposição, só uma suposição. A unica certeza que tenho é que faz frio muito frio. Não estou falando da temperatura, esta está até agradável... Está frio aqui dentro...
Debruço-me outra vez na janela, respiro fundo três vezes e tento me concentrar no plano de fingir estar tudo bem e enganar até a mim com isso. Coloco a cabeça pra fora da janela na intenção de inspirar um ar mais puro possível, lembro que está chovendo. Sinto algumas gotas d'água rolarem pelo rosto, água da chuva ou lágrimas? Não tenho certeza. Recuo, seco a água do rosto com a manga do casaco e antes de me virar ensaio um sorriso. Sorrio, me viro, sento no computador e lembro que ainda há muito o que fazer e eu tenho que concentrar nisso, no trabalho. E em muitas outras coisas também.
Até breve (?)
sábado, 5 de maio de 2012
Eu estava em paz quando você chegou (♪)
Eu estava indo bem, estava tudo em ordem, estava satisfeito com quase tudo, estava conseguindo manter minha mente ocupada com outros pensamentos. E de novo você aparece na minha vida, de novo tira tudo do lugar, de novo é meu ultimo pensamento antes de dormir, de novo me faz ter vontade de ligar só pra ouvir sua voz.
Coração dos outros é território que não se brinca, e por favor, não brinca com o meu! Só eu sei o que eu passei, só eu sei o quanto doeu, só eu sei o tempo que levou pra eu ter vontade de conhecer novas pessoas. Não tira os meus pés do chão se a intenção não é fazer me voar bem alto, não amorne a aguá se a intenção não for deixá-la ferver, não fale nada que me faça pensar ou supor que novas coisas estão por vir.
Isso não é justo, não é justo por mim e nem por tudo o que lhe ofereci.
Não me faça sofrer como já sofri.
"Se eu disser que já nem sinto nada,
que a estrada sem você é mais segura,
eu sei você vai rir da minha cara,
eu já conheço o teu sorriso e leio o teu olhar,
teu sorriso é só disfarce o que eu já nem preciso...
Sinto dizer que amo mesmo, tá ruim pra disfarçar,
entre nós dois não cabe mais nenhum segredo além do que já combinamos...
No vão das coisas que a gente disse,
não cabe mais sermos somente amigos
e quando eu falo que eu já nem quero,
a frase fica pelo avesso, meio na contra-mão,
e quando eu finjo que esqueço, eu não esqueci NADA!
E cada vez que eu fujo eu me aproximo mais,
e te perder de vista assim é ruim de mais,
e é por isso que atravesso o teu futuro e faço das lembranças um lugar seguro,
não é que eu queira reviver nenhum passado,
nem revirar um sentimento revirado,
mas toda vez que eu procuro uma saída acabo entrando sem querer na tua vida.
eu procurei qualquer desculpa pra não te encarar,
pra não dizer de novo e sempre a mesma coisa, falar só por falar...
que eu já não to nem aí pra essa conversa,
que a história de nós dois não me interessa,
se eu tento esconder meias verdades, você conhece o meu sorriso, lê o meu olhar,
meu sorriso é só disfarce, o que eu já nem preciso..."
Até breve (?)
Coração dos outros é território que não se brinca, e por favor, não brinca com o meu! Só eu sei o que eu passei, só eu sei o quanto doeu, só eu sei o tempo que levou pra eu ter vontade de conhecer novas pessoas. Não tira os meus pés do chão se a intenção não é fazer me voar bem alto, não amorne a aguá se a intenção não for deixá-la ferver, não fale nada que me faça pensar ou supor que novas coisas estão por vir.
Isso não é justo, não é justo por mim e nem por tudo o que lhe ofereci.
Não me faça sofrer como já sofri.
"Se eu disser que já nem sinto nada,
que a estrada sem você é mais segura,
eu sei você vai rir da minha cara,
eu já conheço o teu sorriso e leio o teu olhar,
teu sorriso é só disfarce o que eu já nem preciso...
Sinto dizer que amo mesmo, tá ruim pra disfarçar,
entre nós dois não cabe mais nenhum segredo além do que já combinamos...
No vão das coisas que a gente disse,
não cabe mais sermos somente amigos
e quando eu falo que eu já nem quero,
a frase fica pelo avesso, meio na contra-mão,
e quando eu finjo que esqueço, eu não esqueci NADA!
E cada vez que eu fujo eu me aproximo mais,
e te perder de vista assim é ruim de mais,
e é por isso que atravesso o teu futuro e faço das lembranças um lugar seguro,
não é que eu queira reviver nenhum passado,
nem revirar um sentimento revirado,
mas toda vez que eu procuro uma saída acabo entrando sem querer na tua vida.
eu procurei qualquer desculpa pra não te encarar,
pra não dizer de novo e sempre a mesma coisa, falar só por falar...
que eu já não to nem aí pra essa conversa,
que a história de nós dois não me interessa,
se eu tento esconder meias verdades, você conhece o meu sorriso, lê o meu olhar,
meu sorriso é só disfarce, o que eu já nem preciso..."
Até breve (?)
domingo, 29 de abril de 2012
terça-feira, 17 de abril de 2012
ELE te conhece muito bem, conhece teus segredos, teus temores, sabe o que passa com você (♪)
Fiquei esses dois últimos dias procurando as palavras certas pra escrever aqui, e no fim das contas, resolvi apenas não falar nada.
Mas não falar nada não significa deixar passar em branco, não falar nada não significa fingir que foi tudo normal... Não falar nada significa apenas deixar estar.
Então como todos sabem, não tenho religião mas creio piamente em Deus, e por isso, acredito que as vezes ele fala comigo, toca meu coração e guia meus passos.
Pois bem, meu ultimo fim de semana não foi nem um pouco programado. Eu estava com umas ideias rondando minha cabeça e tinha tomado uma decisões que acreditei que me fariam bem, que eram o melhor que eu podia fazer por mim. E mesmo no meu íntimo eu sabendo que não estava me fazendo tão bem assim, eu quis manter essa pose pra que eu acreditasse e, consequentemente, meus próximos acreditassem também.
Chegou o sms e eu ignorei como todos os últimos. E então lembrei de uma promessa que fiz a uma amiga a bem pouco tempo "agora vou tentar passar mais tempo você, farei o possível para isto...", e assim o fiz. "Só vou se você for.". Até então, o único motivo pelo qual eu ia era exatamente esse. Somente para poder passar um tempo com minha amiga. Cheguei atrasado, mas cumpri minha promessa, estava ali, por ela e com ela. Talvez estivesse escrito no meu rosto que não queria estar ali, e sinceramente não queria mesmo. Mas isso era um problema meu e de mais ninguém.
E então voltamos pra casa, as coisas começaram a mudar, e em meu pensamento veio 'se ela pedir que você vá com ela, vá' e menos de um minuto depois veio a pergunta 'Vai fazer o que amanhã?'. E terminou o dia. Chegou domingo. Lá estava eu, dessa vez por ninguém, mas por mim. Acho que nunca antes havia tido tanta vontade de estar lá, nunca antes havia ido com o pensamento tão cheio de duvidas e pedidos.
E então, logo no começo tive um monte de respostas, vindas através de letras de música, que caíram sobre mim com uma força tão grande que transbordaram fortemente em forma de lágrimas. Chorei como poucas vezes havia chorado, e depois disso me senti tão leve... Me senti flutuando que fiquei aliviado quando senti uma mão me segurando pela cintura. Eu queria parar de chorar mas não conseguia, parece que tudo aquilo que estava guardado ha tempo dentro de mim foi vomitado e tudo o que estava ferido foi cicatrizado.
E as coisas seguiram, e eu continuei ali, me sentindo cada vez melhor, cada vez mais perto de onde eu gosto de estar, cada vez mais do jeito que eu gosto de estar.
E no fim de tudo, terminei o meu dia, e como ha muito tempo não acontecia, fui dormir de bem com tudo, de bem com o mundo, de bem comigo. E pude enfim, voltar a ter o sono dos anjos. E os sonhos também.
Até breve (?)
Mas não falar nada não significa deixar passar em branco, não falar nada não significa fingir que foi tudo normal... Não falar nada significa apenas deixar estar.
Então como todos sabem, não tenho religião mas creio piamente em Deus, e por isso, acredito que as vezes ele fala comigo, toca meu coração e guia meus passos.
Pois bem, meu ultimo fim de semana não foi nem um pouco programado. Eu estava com umas ideias rondando minha cabeça e tinha tomado uma decisões que acreditei que me fariam bem, que eram o melhor que eu podia fazer por mim. E mesmo no meu íntimo eu sabendo que não estava me fazendo tão bem assim, eu quis manter essa pose pra que eu acreditasse e, consequentemente, meus próximos acreditassem também.
Chegou o sms e eu ignorei como todos os últimos. E então lembrei de uma promessa que fiz a uma amiga a bem pouco tempo "agora vou tentar passar mais tempo você, farei o possível para isto...", e assim o fiz. "Só vou se você for.". Até então, o único motivo pelo qual eu ia era exatamente esse. Somente para poder passar um tempo com minha amiga. Cheguei atrasado, mas cumpri minha promessa, estava ali, por ela e com ela. Talvez estivesse escrito no meu rosto que não queria estar ali, e sinceramente não queria mesmo. Mas isso era um problema meu e de mais ninguém.
E então voltamos pra casa, as coisas começaram a mudar, e em meu pensamento veio 'se ela pedir que você vá com ela, vá' e menos de um minuto depois veio a pergunta 'Vai fazer o que amanhã?'. E terminou o dia. Chegou domingo. Lá estava eu, dessa vez por ninguém, mas por mim. Acho que nunca antes havia tido tanta vontade de estar lá, nunca antes havia ido com o pensamento tão cheio de duvidas e pedidos.
E então, logo no começo tive um monte de respostas, vindas através de letras de música, que caíram sobre mim com uma força tão grande que transbordaram fortemente em forma de lágrimas. Chorei como poucas vezes havia chorado, e depois disso me senti tão leve... Me senti flutuando que fiquei aliviado quando senti uma mão me segurando pela cintura. Eu queria parar de chorar mas não conseguia, parece que tudo aquilo que estava guardado ha tempo dentro de mim foi vomitado e tudo o que estava ferido foi cicatrizado.
E as coisas seguiram, e eu continuei ali, me sentindo cada vez melhor, cada vez mais perto de onde eu gosto de estar, cada vez mais do jeito que eu gosto de estar.
E no fim de tudo, terminei o meu dia, e como ha muito tempo não acontecia, fui dormir de bem com tudo, de bem com o mundo, de bem comigo. E pude enfim, voltar a ter o sono dos anjos. E os sonhos também.
Até breve (?)
Assinar:
Postagens (Atom)